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<title>Humaitá Pra Peixe 2006 - Notícias</title>
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<title>Mutreta, o melhor show do HPP 2006!</title>
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<summary type="text/plain">O Mutreta ganhou a votação de melhor show do HPP 2006 que rolou durante todo o festival, foram mais de 5 mil fotos. Confira uma entrevista com o carismático Fred Entringer, vocalista do Mutreta!...</summary>
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O Mutreta ganhou a votação de melhor show do HPP 2006 que rolou durante todo o festival, foram mais de 5 mil fotos. Confira uma entrevista com o  carismático Fred Entringer, vocalista do Mutreta!
<![CDATA[<img src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/mutreta.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Divulgação" />

O Mutreta é uma dessas bandas que sabem que o buraco é bem mais embaixo. Os caras trabalham pra caramba e sabem que o caminho não é fácil. No entanto, basta olhar para a cara de prazer deles no palco para perceber que tudo está valendo a pena.  No HPP fizeram um showzaço!!  Tanto assim que acabaram sendo votados, aqui no site, como o melhor show do Festival.  Nem queremos muito valorizar esta vitória, até por que o HPP não tem nada de competitivo. Não é esta a filosofia do Festival.  E também nem dá para comparar ou julgar trabalhos tão distintos como os que são apresentados no Festival.  Mas, por outro lado, deve significar alguma coisa eles terem recebido 30% de mais de 5 mil votos. Significa: Trabalho e a força da internet.  Galera, a internet está aí com uma porrada de possibilidades e espaços a serem ocupados. Sendo assim: Mãos na massa!!  O Mutreta já sabe disso.  Com a palavra o carismático vocalista Fred Entringer 
<br><br>
<b>Ter feito show no HPP representa o que na carreira da banda?</b>
<br>
Fred Entringer - O HPP sempre foi uma meta, um objetivo perseguido por nós. Quando recebemos a notícia da escalação durante uma turnê em sampa, sabíamos que esse show poderia representar um grande salto na nossa carreira por toda a relevância histórica que o festival tem no cenário musical brasileiro. E o show foi realmente mágico. A platéia que abarrotou o Sérgio Porto estava em perfeita sintonia e abriram seus corações e mentes para a nossa apresentação. Chegamos a um consenso entre nós da banda: foi o melhor show do Mutreta até hoje, talvez não tecnicamente, mas emocionalmente! Opinião compartilhada por quem nos acompanha de perto. Depois do HPP nada será como antes para o Mutreta. 
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<img src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/mutreta2.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Divulgação" />

<b>O Mutreta foi votado por 30% de 5129 pessoas como o melhor show do Festival. No entanto sabemos que nem juntando todo o público que foi em todos os dias do Festival chegaremos a este número. Talvez isto mostre a força da internet. Nem nós da produção esperávamos tantos votos!!  Enfim, o que significa para vocês esta votação?  Vocês fizeram algum trabalho especial na rede chamando as pessoas a votar? </b>
<br> 
FD - O Mutreta foi votado por um terço disso (30%), acho que tivemos uns 1.700 votos, o que é um número muito expressivo também. Como o público pôde votar uma vez por dia, com certeza os fãs das bandas mais votadas como Moptop, Luxúria e Lasciva Lula utilizaram esse artifício, dando a sua contribuição diária. Daí o fato do número total de votos ser maior que o público do evento. Isso só confirma o poder da ferramenta internet. É claro que divulgamos que estava rolando a votação e que estávamos no páreo. E o pessoal foi lá e votou mesmo, confirmando que estamos no caminho certo, com um público crescente. Recebemos uma enxurrada de e-mails de novos fãs e entusiastas nos parabenizando pelo show no HPP. Não sei exatamente o que essa "vitória" do Mutreta significa - se é que posso chamar assim - mas observo com felicidade que os shows preferidos foram Mutreta e Moptop, que tocaram na mesma noite. Ou seja, o rock carioca está mais forte e em evidência do que nunca! Yeah Rock! 
<br><br> 
<b>O Mutreta é uma banda que trabalha muito!!  Como é o dia a dia de trabalho na banda?  Além de compor e ensaiar como é o trabalho executivo de vocês?</b>
<br> 
FD - No início da nossa carreira sentimos muita dificuldade para nos inserirmos na cena musical da cidade, principalmente na zona sul. O que fazer então? Sentar e ficar choramingando? Dizer que não tem lugar pra tocar e blá...blá...blá...NÃO! Criei o Rock na Varanda em 2002 (depois vieram Rock na Areia, Ruína, Rock Hour), que acontecia na varanda da minha casa no Méier, no coração do subúrbio carioca, uma vez por mês, reunindo novas bandas de todo o Rio de Janeiro, como:  Leela, Moptop, Ramirez, Jimi James, Dibob e Som da Rua. Isso chamou atenção para nós. E daí veio o convite da T-Rec, nossa gravadora hoje. Trabalhamos em equipe agora. Mas nosso trabalho não envolve apenas a parte musical não. Acompanhamos e interferimos em todo processo: desde a camiseta até o trabalho de marketing. Com o Mutreta temos sócios, não patrões. Todas as opiniões são ouvidas e vale o consenso. Mutreta e T-Rec são pesos equivalentes e complementares. Aliás, um grande abraço para Marcelo Guapyassú, Fernando Magalhães, Roberto Lly, Bernardo Amaral, Felipe Mafra, Daniela Rabello, Flávia Alves, Carolina Tachke, Jou "Two Label", RPM assessoria, Harley, Vlad e Jobsom que fazem o Mutreta andar sempre pra frente. 
<br><br> 
<b>O que vem pela frente no caminho do Mutreta?</b>
<br>
FD - Estamos encerrando o ciclo do primeiro CD que nos rendeu ótimos frutos e já entramos em estúdio fazendo a pré-produção do segundo álbum, que deve ser gravado na Toca do Bandido com produção do "Barão" Fernando Magalhães e Roberto Lly. A previsão é que seja lançado em julho desse ano. Nossa gravadora acredita no potencial da banda e estamos nos dedicando exaustivamente a esse novo CD. O processo é doloroso, porque não queremos nos repetir, além de aproveitar ao máximo a oportunidade de fazer um disco com calma e não nas madrugadas da vida como foi o primeiro. O próximo CD do Mutreta vai dar uma sacudida no rock nacional. Será muito diferente do que está predominando nos dials FM do Brasil. Vamos ver o que vem depois da curva. ]]>
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<title>Como tocar no Humaitá pra Peixe?</title>
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<summary type="text/plain">A pergunta que não quer calar será respondida! Emails, telefonemas ou mesmo encontros na rua, essa é a pergunta que sempre nos fazem, vamos responder para vocês!...</summary>
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A pergunta que não quer calar será respondida! Emails, telefonemas ou mesmo encontros na rua, essa é a pergunta que sempre nos fazem, vamos responder para vocês!
<![CDATA[Durante o Festival, e nesses dias logo após o término, muita gente me pergunta o que devem fazer para participar do HPP.  Resumidamente eu respondo que o caminho é: Trabalhem!!
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Sinto que muita gente, muitas bandas, ficam numa tremenda ansiedade para me entregar seus materiais. Sim, sim, é lógico que eu entendo esta ansiedade.  O cara foi lá, compôs as músicas, gravou e agora quer que as pessoas ouçam.  Normal.  Com certeza, entregar o material é um dos caminhos. Mas, na boa, para mim nem é o mais importante. Hoje em dia é bem mais fácil produzir uma gravação. Tem um monte de gente gravando em home studios e aproveitando as facilidades tecnológicas do nosso tempo.  Sinceramente, essas novas ferramentas facilitaram muito o trabalho principalmente dos não talentosos!  95% dos cds que chegam, artisticamente, são bem fracos.
<br><br>
Durante todo o ano eu e a minha equipe ficamos muito ligados em novas bandas e artistas.  Vamos a muitos shows, conversamos com vários produtores, jornalistas, artistas e assim alguns nomes já vão se destacando.  Durante o ano todo ficamos atentos aos artistas que vão despontando na imprensa, na internet, nas filipetas que recebemos...  Enfim, durante o ano todo ficamos ligados nos artistas que, de fato, estão ralando. O HPP é um Festival que, positivamente, valoriza quem trabalha!!
<br><br>
Acho que o mais importante para um novo artista num primeiro momento não é distribuir material, mas sim formar público.  Para isto os caminhos hoje são cada vez mais fáceis. O lance é fazer muitos shows e aproveitar todas as facilidades da internet.  Galera a internet é nossa!!  Um espaço democrático, interativo, ágil e não tem jabá!!  Vá fazendo seus shows chamando o irmão, primo, vizinho, amigo, papagaio para assistir.  Vá fazendo a sua assessoria de imprensa e divulgando.  Assim você vai começando a formar um público que, com o tempo, vai começando a gerar o boca a boca sobre a sua música.  Aí sim, quando você for entregar o seu material à pessoa que irá receber e que, supostamente, é ligada na cena já te conhecerá pelo menos de nome e terá muito mais curiosidade em ouvir teu som. Esse é sempre umbom caminho: Desperte a curiosidade! É galera, tem que ter planejamento e estratégia.  Resumindo: Marketing!  Cabe a você saber criar e utilizar as ferramentas promocionais adequadas para o seu trabalho. Mais uma vez eu grito: Galera usem a internet!!
<br><br>
Pra finalizar, voltando ao HPP, eu digo: O Festival é para novos talentos, novos trabalhos, nos mais variados estilos da nossa música. Essa é a premissa básica para a formação do elenco de cada edição. Sempre foi assim desde o início do Festival em 1994.  Com isto na cabeça buscamos artistas que acreditamos que poderão construir uma carreira. Isto envolver ter, evidentemente, talento e carisma.  Tendo isto tem que ter a disposição para trabalhar muito.  Esse mercado não é fácil.  Temos muitos talentos e uma hora o funil fica bem estreito.
<br><br>
Bom, é isto!  Mão na massa, rapaziada!  O momento é este!  Muito se fala em crise na indústria fonográfica e tal. Sinceramente, acho que o mercado está é melhorando.  Não existe crise de talento e, cada vez mais, os caminhos dependem mesmo é de quem quer caminhar.  Vamos nessa! Positivos e cada vez mais operantes.
<br><br>
Quem quiser nos enviar material o endereço é:
<br><br>
<b>Pilastra Produções e Eventos</b><br>
Rua Jardim Botânico, 674/319 – Cep: 22461–000 - Jardim Botânico. Rio de Janeiro - RJ]]>
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<title>Tributo ao Liô, por Andréa Thompson</title>
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<summary type="text/plain">Confira esse texto muito especial escrito pela Andréa Thompson, um review emocionado de uma noite inigualável....</summary>
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<name>Gabriel Lupi</name>
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<email>gabriellupi@terra.com.br</email>
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Confira esse texto muito especial escrito pela Andréa Thompson, um review emocionado de uma noite inigualável.
<![CDATA[Quando o Bruno Levinson me ligou pedindo um texto que narrasse uma noite inenarrável - a do Liô -, decidi me desprender por completo dos moldes jornalísticos. Jamais poderia escrever dentro das cntp dos manuais de redação e estilo sobre aquela que foi uma noite fora de qualquer padrão, atípica, única. Portanto, você não encontrará aqui um review fidedigno da edição do HPP, mas palavras contaminadas da emoção de quem ajudou a organizar, para um amigo querido, uma festa surpresa onde tudo deu especialmente certo.
<br><br>
A idéia para o evento foi um desdobramento óbvio de um pensamento coletivo: homenagear o Liô. Meu telefonema para o Bruno foi apenas um impulso motivado por um grito de saudade que não cabia mais em mim. Queriam gritar comigo a produtora Mirella Gomes e a baixista Eliza Schinner, que, em conversa com o baterista Rafael Miranda (Rapreto), também pensaram em fazer alguma coisa. Coladinha ao aniversário do Liô, cinco de fevereiro, a data proposta pelo Bruno era ideal e foi festejada por Marcello Rheiz (produtor do Som da Rua), que em cerca de meia hora de bate-papo emocionado ficou de confirmar com os “meninos” da banda a participação. Nunca vou me esquecer da voz apreensiva de Fabrizio, ao telefone, em pleno 31 de dezembro, um pouco receoso em tocar a idéia adiante. Se de um lado o evento tinha tudo para ser um sucesso, de outro qualquer detalhe impensado poderia trazer o efeito inverso ao proposto por uma homenagem e ocasionar uma tremenda lambança. A iniciativa era bela, porém minuciosamente delicada.
<br><br>
Som da Rua de acordo, nos reunimos no Belmonte para rascunhar as atrações da noite e definir os próximos passos. Uma lista enorme com nomes e mais nomes foi sendo desenhada. Tarefa árdua reduzi-la aos dezessete convidados que ocuparam o palco do Sérgio Porto. Aos poucos fomos telefonando, ali mesmo, para todo mundo. A cada um coube uma missão. Eu fiquei de conseguir algumas parcerias, como o estúdio Atemporal, que cedeu o espaço gentilmente para os nossos ensaios, e a gráfica de um amigo que sequer conhecia o Liô, mas que só em ouvir como o cara era um aglomerador de bons adjetivos concordou prontamente em imprimir nossas filipetas. Você não faz idéia do quanto as pessoas foram se envolvendo com a causa e se preenchendo de alegria em participar! Pensando bem. Faz sim. Nada mais natural. Quem não editaria com carinho uma seqüência de imagens tão doces como o material bruto que passou pelas mãos de Rogério Gomes e Carol Montagna? Ver o sorriso do Liô estampado naquele telão e lembrar de quantos momentos alegres ele nos proporcionou nos serviu de combustível para ir adiante e superar qualquer perrengue, como conseguir conciliar os horários de todos os músicos escalados (ave maria!!!) e passar duas horas ilhada em Jacarepaguá debaixo de forte chuva para buscar as filipetas.
<br><br>
Valeu a pena. Faríamos tudo de novo. Só para ver no palco um emocionado Emílio, do Patuvê!, arrancando da platéia um minuto de aplausos, gritos e toda sorte de barulho ao lado do ramirez Thiago Pedalino e de todos os integrantes da “Banda 1”, cotada por João Rodrigo, em brincadeira nos bastidores, como passível de surrupiar o contrato do SDR na Deckdisc. Ou, ainda, a performance eletrizante de Arthur Nabeth, acompanhado dos detonautas Netinho e Tchello, envolvidíssimos, como todos da “Banda 2”, visivelmente emocionados. Ou, até mesmo, o saltitante Arnaldo Brandão, não muito à vontade na métrica nos ensaios, mas dando conta do recado no show. Até Fernandinha Marques, do Columbia, tão pequerrucha em sua embalagem petit, tomou proporções atlânticas no palco, ao dedicar, compenetrada e sincera, a muito bem entoada canção “Ninguém Aqui” para Karen, namorada de Liô. Arrepiei. E chorei. Muito. Ao ver o abraço envolvente do Som da Rua no palco. Ao assistir ao entrosamento do Marcelo Rezende com a banda, repetindo o feito da repentina primeira homenagem no Odisséia. Ao sentir todos nós reunidos, em êxtase, quase que não acreditando em uma noite tão mágica. Um Sérgio Porto apinhado de emoção. E uma alegria sem tamanho ao ouvir de Dona Eliane, mãe do Liô, a nossa maior recompensa: “Obrigada, foi a festa de aniversário mais linda que meu filho já teve”. 
<br><br>
Somos nós que agradecemos, Dona Eliane. 
<br><br>
<strong>Andréa Thompson</strong>

<br><br>
<strong>- <a href="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/fotos/2006/lio/">Clique aqui para ver uma Galeria de Fotos enviadas pelo Público.</a></strong>]]>
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<title>Liô: emoção e alegria!</title>
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<issued>2006-02-04T14:16:54Z</issued>
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<summary type="text/plain">Saiba tudo que aconteceu na noite de encerramento do HPP 2006. Muita emoção e alegria numa noite de celebração....</summary>
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Saiba tudo que aconteceu na noite de encerramento do HPP 2006. Muita emoção e alegria numa noite de celebração.
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/lio.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Tudo aconteceu de forma muito natural.  No terrível dia 13 de dezembro nós já estávamos na reta final da produção do Festival.  Assim que eu soube da triste notícia, de imediato, me veio a sensação de que eu deveria fazer alguma coisa grande por ele. Pelo menos que fosse grande ao meu alcance. Assim, dediquei a edição inteira do HPP para ele. Liô sempre foi um cara aglutinador e sei que o HPP também tem este papel: 
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Desde a primeira vez que tive contato com ele vi ali um cara muito do bem, generoso, batalhador, talentoso... Minha admiração foi imediata.  Chamei o Som da Rua para tocar na edição 2005 do Festival.  O show deles teve problemas técnicos que até hoje nós não sabemos o que houve.  O fato é que o teclado funcionou precariamente.  Durante o show fiquei desesperado, pois com o HPP tento oferecer as melhores condições para que os artistas mostrem seu talento.  No show do Som da Rua, mesmo sem saber os motivos, ficamos devendo.  Mas, aí revelou-se uma outra faceta da banda e especialmente de seu band leader. Os caras fizeram um showzaço na raça.  Driblaram os problemas com muita garra, carisma e vontade de fazer.  Esse ano, sem o patrocínio, também tivemos que nos superar para fazer o HPP.  Essa é a nossa realidade: superação, olhar positivamente para frente.  Liô sempre foi assim.  Sempre foi do time que vê o copo meio cheio ao invés de vê-lo meio vazio.
<br><br>
Já com o Festival em andamento a Andréa Thompson me ligou com a sugestão de conseguirmos uma data no HPP para fazermos o Tributo ao Liô. Mais uma vez, naturalmente, a idéia bateu e germinou.  Conseguimos a data extra coladinho ao final do Festival.  Nunca fui muito chegado a esses Tributos e tal.  Mas, de cara, neste caso, achei muito pertinente a idéia não só pela homenagem ao Liô, mas também para ter toda a cena rock carioca representada e unida por um fim. Seria homenagem a ele e uma homenagem também as bandas que tanto batalham.  Liô seria o pretexto para nos juntarmos.  Como disse lá em cima ele sempre foi um cara aglutinador.  E assim, com este espírito, a noite foi se desenhando.  Andréa, Mirella e Marcelo foram convidando os artistas e todos topando. Tudo acontecendo de forma muito natural.
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Dois dias antes da data marcada a Carol chegou no Sergio Porto com os vídeos querendo testar para ver se tudo funcionava na boa. Era de tarde, estávamos terminando uma passagem de som. Logo na primeira imagem os pêlos arrepiaram e os olhos se encheram de lágrimas.  Ficou claro ali que a emoção não seria pouca.  É muito estranho vermos em vídeo quem já não está mais aqui, fisicamente, com a gente. Confesso que neste momento fiquei um pouco preocupado. Não queria uma noite de choradeira, mas sim uma noite alegre como o Liô sempre foi.  Sim, sim, com certeza seria emocionante, mas que fosse pra cima.  Esses pensamentos me vinham exatamente no momento em que no vídeo aparecia Liô dando gargalhadas. Tudo acontecendo de forma muito natural.  Era essa a imagem que eu queria: Liô gargalhando!!
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Falar aqui de como foi o show seria reduzir demais tudo o que vivemos no dia 02.02.  O que vivenciamos no Sergio Porto foi bem mais que um show.  Uma noite muito especial acontecendo de forma muito natural...  
<br><br>
Para falar mais sobre a noite do “Tributo ao Liô” também convidei a Andréa para escrever um texto dela, em primeira pessoa, e é esse texto que está <a href="tributo_ao_lia.php">aqui também</a>.  Pra finalizar esta minha pequena grande introdução, quero dizer que a imagem que vai ficar da edição 2006 é a imagem de todos aqueles artistas juntos no palco no encerramento do show.  A imagem do pai do Liô subindo ao palco para se juntar com a galera e lá atrás, no telão, a imagem do Liô gargalhando. Essa é a imagem que fica: Liô gargalhando.  Jamais vou esquecer disso. Liô, meu camarada, aí onde você estiver espero que tenha curtido a nossa festa.  Liô, meu camarada sinta-se beijado por todos nós aqui.  Liô, meu camarada estamos juntos. Para sempre.
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E que notícia boa nos foi dada pelo João no palco: O Som da Rua vai continuar!! Vida longa ao Som da Rua!!
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<strong>- <a href="tributo_ao_lia.php">Clique aqui para ler o texto da Andréa Thompson.</a></strong>
<br><br>
<strong>- <a href="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/fotos/2006/lio/">Clique aqui para ver uma Galeria de Fotos enviadas pelo Público.</a></strong>]]>
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<title>Debate de alto nível no HPP</title>
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<issued>2006-02-02T14:02:35Z</issued>
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<summary type="text/plain">Saiba como foi o Debate do Humaitá pra Peixe 2006. Público presente e debatedores empolgados!...</summary>
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Saiba como foi o Debate do Humaitá pra Peixe 2006. Público presente e debatedores empolgados!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/debate.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Foi bacana ver as arquibancadas do Sergio Porto cheias para mais uma edição do Debate do HPP. Pelo terceiro ano consecutivo fizemos o debate cujo tema é "O Mercado da Música Para os Novos Talentos".  Todo ano o tema é o mesmo. O que muda é o mercado.  Como debatedores estavam lá: Antonio Carlos Miguel (O Globo), Wilson Cunha (Multishow), Felippe Lerena (iMusica), os artistas Frejat e Gabriel Thomaz (Autoramas) e eu como mediador.
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Antes do debate foi exibido o primeiro dos cinco programas "Zero Km - Especial Humaitá Pra Peixe" que o Multishow vai exibir por cinco terças feiras seguidas e que estréia na próxima semana, dia 07.02, ás 18H30.  Todo mundo junto assitiu ao programa e pôde entrar no clima do Festival.  Os programas tem produção da Inova e direção de Jodele Larcher.
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O debate teve um nível bem legal.  Para começar fiz uma pergunta para cada um dos convidados. Durante o Festival fui conversando com a galera para saber o que, em geral, todos gostariam de perguntar e saber sobre o tema e os convidados.  Assim, cada um foi respondendo e falando um pouco sobre a sua atuação no mercado da música e os novos talentos. Foram abordados assuntos como a crise das gravadoras, músicas on line, a imprensa e os novos talentos, a falta de espaços para as bandas tocarem, shows de abertura e a cena independente.  A platéia, formada basicamente por integrantes de novas bandas e jornalistas, também participou com perguntas e comentários. Foi realmente muito bacana o debate.
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Evidentemente não estávamos lá para chegar a nenhuma conclusão nem dar o caminho das pedras para os novos.  Até porque o caminho é cada um que faz.  No entanto, acho que todos saíram do Sergio Porto com a cabeça borbulhando de idéias.  Tanto assim que, mesmo depois de terminado o debate, informalmente, ainda seguiu na calçada do Espaço.  O saldo foi absolutamente positivo.  Ano que vem tem mais!!  Afinal, como sempre digo, é muito importante que a gente junte público para ver os shows dos novos artistas mas é também fundamental que a gente se reuna para trocar idéias e informações.  Sendo assim, já sabem, ano que vem o tema é o mesmo: "O Mercado da Música Para os Novos Talentos".  Valeu!!]]>
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<title>Liga dos MCs: Batalha acirrada!!!</title>
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<issued>2006-02-01T18:43:12Z</issued>
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<summary type="text/plain">Noite da batalha no HPP 2006! Batalha histórica onde quem venceu foi o público! Confira aqui!...</summary>
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<name>Joca Vidal</name>
<url>www.humaitaprapeixe.com.br</url>
<email>jocavidal@gmail.com</email>
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Noite da batalha no HPP 2006! Batalha histórica onde quem venceu foi o público! Confira aqui!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/aori.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

O projeto da Liga dos MCs, produzido pela equipe Brutal Crew, aterrisou numa terça chuvosa no Humaitá Pra Peixe e abriu a última semana do festival. O formato da Liga, que não é propriamente um show mas sim uma festa, como bem disse o apresentador Aori, é perfeito: Aori improvisa no começo (com seu fiel escudeiro de Inumanos, o DJ Babão), apresenta e dá início ao primeiro round da batalha que, no caso do HPP, foi composta por 8 MCs. Quando este primeiro round acaba acontecem apresentações de grupos de hip hop e DJs. O segundo round começa logo depois e, sabido o veredicto, rolam mais apresentações de DJs e MCs para, finalmente, as finais tomarem forma.
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Chegando aos poucos no Sérgio Porto, o público estava bem participativo. Através de gritos, palmas e levantando as mãos, decidia quem era o MC que passaria á frente. A primeira batalha, entre André Ramiro e Nega Rê foi empolgante e, apesar de Rê ter mandado bem, Ramiro levou. A partir daí o revezamento de MCs era constante e quem teve mais experiência se deu melhor, como Beleza, campeão da Liga 2005 e vencedor também no HPP. Beleza teve em sua primeira batalha um osso duro de roer: Gil, um MC com o título de 2004 nas costas. Na final enfrentou Ramiro e, depois de 3 rounds, sagrou-se campeão confirmando sua ótima fase. A decisão foi difícil e deu trabalho para Aori.
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As batalhas tiveram suas características: enquanto alguns MCs se dedicaram em xingar e humilhar seu concorrente, outros decidiram fazer o seu freestyle na humildade, falando de outras coisas. No final, quem venceu foi o improviso e a rapidez de raciocínio. Quem só pensou em gritar e rimar de qualquer maneira não teve vez.
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Os DJs também tiveram seus "15 minutos de fama". Abrindo a festa, o DJ Babão mixava hip hop e Beatles. Tamenpi, um dos DJs mais requisitados da atualidade, manteve a pista acesa no intervalo tocando o melhor do hip hop atual, sem apelar para hits do mainstream. Dubmaster, MC e DJ do Digitaldubs, foi aquele que talvez teve sua participação mais elogiada. Usou e abusou das batidas poderosas do ragga, dub e dancehall, mudando um pouco o rumo dos BPMs mas sempre privilegiando o groove.
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Rapress, um dos grupos emergentes da cena, também teve sua vez e mostrou duas de suas músicas para a platéia do Humaitá. MCs que batalharam, como Nega Rê e Adikto mostraram canções de suas autorias. Marechal (em duo com Aori), Legionário e MC Funnk, figuras respeitadas no meio, não deixaram a bola cair e deram um tempero especial á festa, que continuou empolgada até depois das 10 da noite. Histórico! 
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<strong>1ª Etapa:</strong>
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Negra Rê x André Ramiro<br>
Psicopato x Dro-p "Mais Sinistro"<br>
Gil x Beleza<br>
Sheep x Adikto<br>
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<strong>2ª Etapa:<br></strong>
Psicopato x André Ramiro<br>
Beleza x Adikto<br>
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<strong>Final:<br></strong>
Beleza x André Ramiro]]>
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<title>Binário e Artificial: experiências</title>
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<summary type="text/plain">Binário e Artificial: experimentando sonoridades no palco do Humaitá pra Peixe 2006!...</summary>
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<name>Joca Vidal</name>
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Binário e Artificial: experimentando sonoridades no palco do Humaitá pra Peixe 2006!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/binario.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

No fechamento da quarta semana de festival, o palco foi do experimentalismo. Para abrir a noite, o Binário, carregado de uma forte personalidade, fez um set um pouco diferente do que costuma fazer: sai a praia/dia, entra a casa de show/noite. Com isso, as criativas projeções feitas artesanalmente ganham espaço e criam uma atmosfera íntima e condizente com o som da banda. Parecia que eles estavam tocando na sala de casa. O palco bem escuro, iluminado toscamente por duas pequenas caixas de isopor, era um convite ao psicodelismo e ao universo das jam sessions. O clima só foi "quebrado" por um nobre motivo: o Multishow tinha que ligar um pouco as luzes para gravar 3 músicas para o especial, nada grave. 
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Duas baterias, muitos efeitos e distorção. Os músicos que compõem a banda levaram a platéia na mão durante quase uma hora de show. No repertório, músicas do cd independente lançado junto com o (histórico) DVD "Árvore", que rapidamente esgotou da banquinha do Lariú. "Nem Ofensa Nem Prêmio", a segunda música do show, era cantada por algumas pessoas da platéia. "Amor Líquido", "Raça" e "Tatu" foram outros destaques e agradaram áqueles que ainda não conheciam a banda e foram só pela curiosidade. Não saíram decepcionados. 
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Chegando perto do fim, Lucas (guitarrista e vocalista) fez o momento merchandising: jogou camisetas para a platéia, falou do DVD e LP lançado pelo selo FarOut, de Londres, e conversou intimamente com o público, apesar de uma certa timidez. Tarefa cumprida, só restou ao Binário agradecer á platéia e á produção, molhados de suor e com a felicidade estampada no rosto. 
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/artificial.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

O Artificial, mais um projeto de Kassin, rapidamente entrou no palco com sua parafernália. Acompanhado de seu fiel escudeiro Berna Ceppas, Kassim usou e abusou de ruídos eletrônicos aliados a cantorias no microfone. Em algumas vezes, usava o jogo portátil Game Boy para incrementar determinada música. 
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Apesar de usar deste artifício, o telão não mostrava os tradicionais joguinhos utilizados pelo Artificial em outras apresentações. Em seu lugar foram exibidas imagens que mesclavam desde filmes B até imagens caseiras de Kassin no Japão fazendo caras e bocas e m uma performance inusitada e hilária, com direito a óculos escuros de gatinha e agradecimentos em inglês "thank you" com voz fina. A s reações da platéia variavam da empolgação total ao choque.
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Breakbeats, big beats ou batidão: Kassin atingiu o seu objetivo. Destaque para a já conhecida "Free USA", além de "Joy" e "Time To Change". Qual será o seu próximo projeto?
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<em>*Colaborou Dominique Valansi</em>]]>
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<title>Lugar de mulher é no palco!</title>
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<summary type="text/plain">Cecília Spyer e Kátia Dotto: Saiba tudo que rolou na noite de mulheres no palco do HPP!...</summary>
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<name>Dominique Valansi</name>
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<email>domi.valansi@copacabanadesign.com.br</email>
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Cecília Spyer e Kátia Dotto: Saiba tudo que rolou na noite de mulheres no palco do HPP!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/cecilia.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

A primeira noite da quarta semana de Humaitá Pra Peixe levou para o palco do Sérgio Porto a força e a sensibilidade de duas grandes cantoras e compositoras em seus novos projetos musicais: Cecília Spyer e Kátia Dotto.
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Enquanto uma trilhou o caminho de preparadora vocal e backing de grandes artistas das maiores gravadoras do país (Cecília já trabalhou com Gilberto Gil, Paralamas, Roberto Carlos e Fernanda Abreu, só para citar alguns), Kátia fez sua carreia no undergroud. Ela participou de bandas como Kanella Pie, Leela, mim, e já acompanhou também o grupo Penélope e Martha V. Agora em trabalho solo, as duas mostram um lado mais pessoal e poético.
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A apresentação da veterana Cecília Spyer aconteceu em clima intimista, com a platéia calorosa sentada no chão e muitos aplausos. Em seu trabalho solo, a cantora mostrou a força de sua (já consagrada) voz e o domínio de palco de uma veterana em instrumentais bem acabados e melodias agradáveis de se ouvir.
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“É um prazer estar tocando no Humaitá Pra Peixe 2006. É um ótimo começo de ano toda essa efervescência. Que isso prolifere pra todo mundo que está participando e assistindo. Eu estou muito feliz”, contou.
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O show mostrou as composições de seu disco de estréia “Repara”, que tem produção de Christiaan Oyens (que deu uma canja em “A falta que você me faz”) e a participação de nomes como Charles Gavin e Dado Villa-Lobos - que também foram conferir ao vivo o som  de Cecília.
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/katia.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Em seguida, foi a vez de Káttia Dotto deixar sua marca no festival. “A gente nasceu pra ser feliz”, máxima da música “Go Tell” (finalista do festival Oi Tem Peixe na Rede), foi seguida a risca pela cantora e sua banda. Durante toda a apresentação que levantou o público do Sérgio Porto, o que mais se via no palco eram sorrisos.
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Além do bom humor, o grupo mostrou entrosamento em composições bem acabadas, e guitarras afiadas. De baladas românticas, passando por covers e chegando a rock dançantes, a cantora mostrou muito talento e presença de palco.
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As canções mais aplaudidas foram as do disco independente de 2005, que leva o nome de Kátia: “Seu eu fosse de lá”, “Eu te digo”, “As horas” e “Posso escrever”. Faltando pouco para dez da noite, a cantora ainda atendeu os pedidos da platéia (e sua fila do gargarejo animadíssima) e mandou um rápido, mas enérgico bis, fechando com chave de ouro uma apresentação de muito rock and roll.]]>
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<title>Top 10 da Banquinha do Lariú</title>
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<summary type="text/plain">Confira aqui os dez CDs mais vendidos na banquinha do selo Midsummer Madness, a MM do Lariú!...</summary>
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<name>Gabriel Lupi</name>
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<email>gabriellupi@terra.com.br</email>
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<dc:subject>Noticias</dc:subject>
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Confira aqui os dez CDs mais vendidos na banquinha do selo Midsummer Madness, a MM do Lariú!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/lariu.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Mais uma vez a banca de cds do HPP tem sido uma das boas dicas do Festival. Aquele cd independente que vc não acha em lugar nenhum é bem capaz que tenha lá.  Quem toma conta da banca é o Lariú do selo Midsummer Madness.  Bom, o Lariú e o MM mereciam uma outra matéria. Certamente foi uma dos primeiros selos independentes a pintar no pedaço. No início só lançavam fitas demos e através do selo muita banda boa começou a despontar. O mais legal é que o Lariú sabe exatamente qual é o seu público e como chegar nele. Sim, sim, é trabalho de formiguinha mas dá um baita resultado.
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A banca do HPP já é tradicional. Já soube de gente que foi ao HPP exclusivamente para poder comprar aqueles discos que só tem lá.  Me lembro em várias edições o Charles Gavin, dos Titãs, fazendo a feira lá.  E semana passada quem fez suas comprinhas foi Caetano Veloso.  É, galera, no fundo no fundo, todo mundo quer saber e estar atento nas novidades.
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Estamos chegando na metade do Festivval e o Lariú mandou para a gente uma listinha com os Top Ten da banca. Dê um confere.  E quando for ao HPP leve um dinheiro a mais para as suas compras. Valeu?!
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<strong>TOP 10 - STAND DE CDS MIDSUMMER MADNESS</strong><br>
1º - CÉU - céu (ambulante/tratore)<br>
2º - CIDADÃO INSTIGADO - e o método tufo de experiências (slag)<br>
3º - EDDIE - original olinda style (tratore)<br>
4º - NERVOSO - saudade das minhas lembranças (midsummer madness)<br>
5º - LASCIVA LULA - 1º edição (demo)<br>
6º - ARCADE FIRE - funeral (slag)<br>
7º - WANDER WILDNER - no ritmo da vida (l&c editora)<br>
8º - CIDADÃO INSTIGADO - o ciclo da dê-cadência (instituto/tratore)<br>
9º - LUISA MANDOU UM BEIJO - luisa mandou um beijo (midsummer madness)<br>
10º - THALMA DE FREITAS - thalma de freitas (cardume/emi)<br>]]>
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<title>Cidadao Instigado e Luxúria</title>
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<summary type="text/plain">Representantes de outros estados brasileiros fazem bonito fechando a terceira semana de shows....</summary>
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<name>Joca Vidal</name>
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<email>jocavidal@gmail.com</email>
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Representantes de outros estados brasileiros fazem bonito fechando a terceira semana de shows.
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-cidadao2.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Dois artistas de fora do Rio foram as atrações desta quarta-feira (18), finalizando a terceira semana de shows do HPP. O primeiro a subir no palco foi o cearense Fernando Catatau e sua banda, Cidadão Instigado. O CI é basicamente um projeto experimental de Catatau que usa elementos de rock brasileiro antigo + teatro + psicodelia. Essa combinação levou muita gente ao Sérgio Porto, alguns que já conheciam o seu trabalho (ele também toca com o Instituto) e outros que foram mais pela curiosidade, já que sabiam que o show seria histórico. 
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E não deu outra. Catatau estava inspirado e incorporou um personagem melancólico e amargurado, botando pra quebrar no palco do Humaitá. Fazendo um set que reuniu quase todas a músicas do excelente (e recente) cd "O Método Túfo de Experiências" (Slag Records), como "Os Urubus", "Noite Daquelas", "O Pinto de Peitos" e o "Pobre dos Dentes", o Cidadão estava visivelmente entrosado e feliz de se apresentar no Rio de Janeiro. No telão, imagens animadas do vocalista / guitarrista hipnotizavam artistas como Lenine, Arnaldo Brandão, Lucas Santtanna e Wado. Excelente músico, Catatau castigava sua guitarra em solos virtuosos e carregados de feeling, como em "O Tempo", um dos destaques da apresentação. Duas músicas de seu primeiro cd "O Ciclo da Dê.Cadência" ("Lá Fora Tem" e "Todas as Vozes") fecharam o show de 45 minutos, bastante aplaudido pela platéia.
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-luxuria2.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

A Luxúria, de São Paulo, foi a banda seguinte. Liderada pela vocalista Meg, que tem um carisma e uma presença de palco fora do comum, fizeram um show energético e ensaiado, mostrando músicas do seu cd que está prestes a ser lançado mas já está na boca do povo, que cantava as músicas na fila do gargarejo, agora dominada por adolescentes que batiam cabeça contrastantando com as pessoas mais velhas e comportadas que estavam lá no show do CI. "Dura Feito Aço", música de abertura e praticamente um hit prestes a estourar, foi uma das músicas que mais empolgaram os fãs da banda. 
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O profissionalismo e o entrosamente entre os músicos - conseguido em muitas apresentações em grandes festivais Brasil afora, foram fatores fundamentais para o sucesso do show. Músicas como "Imperecível", "Cinderela Compulsiva" e um cover para "Dancing With Myself", de Billy Idol, mostraram que o Luxúria tem um longo caminho pela frente e que, cada vez mais, a sua apresentação fica mais coesa - como foi exaustivamente dito logo após o show, no camarim, quando rolou uma pequena festa, proporcionada pela produtora Na Moral Produções. A fila de jornalistas que queria falar com os músicos não me deixa mentir: a Luxúria veio para ficar. ]]>
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<title>Moptop e Mutreta: Rock e ponto!</title>
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<issued>2006-01-18T14:15:14Z</issued>
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<summary type="text/plain">A terceira semana de shows do HPP é do Rock! Mutreta e Moptop fizeram shows que levantaram o público no HPP 2006....</summary>
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<name>Dominique Valansi</name>
<url>www.humaitaprapeixe.com.br</url>
<email>domi.valansi@copacabanadesign.com.br</email>
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<dc:subject>Noticias</dc:subject>
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A terceira semana de shows do HPP é do Rock! Mutreta e Moptop fizeram shows que levantaram o público no HPP 2006.
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/mutreta-ilustra2.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Que o rock não morreu, todo mundo sabe. Ano após ano, ele se mantém firme e forte trazendo boas surpresas para o público que curte riffs de guitarras inflamadas. No cenário alternativo carioca, esta renovação continua com força total. Foi o que se pode conferir na quinta noite do Humaitá Pra Peixe, quando se apresentaram no palco do Sérgio Porto as bandas Mutreta e Moptop.
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Quem abriu os trabalhos com um rock pesado e melódico, com pitadas de psicodelia foi o Mutreta, banda formada na Tijuca. Cheio de atitude e com um vocal enérgico, o vocalista Fred Entringer caprichou no figurino: calça e camisas sociais pretas, chapéu coco e óculos escuros. Cláudio Fonseca (violão), Leandro Ravaglia (baixo), Guilherme Gelain (guitarra) e Rodrigo Gavião (bateria) completam o grupo, que mostrou muita técnica e interação com o público.
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Na platéia, enquanto os fãs mais antigos vibravam, quem ainda não conhecia banda dava palpites de quais seriam suas influências – de Led Zeppelin, passando por Mutantes, Barão Vermelho, e chegando até Black Crowes. Acertou quem disse música dos anos 60 e 70. O próprio vocalista brinca dizendo que o grupo faz um “rock antigo”. 
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Além das composições próprias, com destaque para “Nave” (que abriu o show), “Flores Secas” e “Mê dê forças”, que fazem parte do primeiro disco, lançado em 2005 pelo selo T-Rec, o grupo ainda fez uma versão viajante para “Refazenda”, de Gilberto Gil.
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/moptop-ilustra2.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Em seguida, foi a vez do quarteto Moptop, que arrastou uma multidão de fãs calorosos para o festival. Muitos deles, que conheceram o som através de saraus de colégio ou pela Internet, no premiado site oficial da banda. Eles abriram com “Moonrock” (que também é título da segunda demo), mas o hit mesmo é a contraditória “O rock acabou”. 
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Logo nos primeiros acordes já se notava a influência dos Strokes no som de Gabriel Marques (vocal, guitarra e composições), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria). Porém, ao longo do show, os meninos mostraram que possuem uma identidade própria e desfilaram boas músicas e letras consistentes, subindo a temperatura do festival.
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No camarim, o vocalista contou que um dos projetos do Moptop para 2006 é lançar um disco. De qualquer forma, eles não seguram a bola e disponibilizam no site dezenas de músicas próprias. Algumas delas, gravadas no quarto do próprio Gabriel, e outras, no cobiçado estúdio Nas Nuvens, a convite do produtor Liminha. É só aguardar que vem coisa boa por aí. Afinal, no que depender das bandas do Rio, o rock não vai acabar.]]>
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<title>Música Popular Carioca de Primeira</title>
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<modified>2006-11-27T17:37:07Z</modified>
<issued>2006-01-12T12:54:09Z</issued>
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<created>2006-01-12T12:54:09Z</created>
<summary type="text/plain">Noite dos compositores no Humaitá Pra Peixe! A quarta noite do festival foi marcada com a poética e o shows históricos dos músicos, cantores, arranjadores (e etc!)....</summary>
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<name>Dominique Valansi</name>
<url>www.humaitaprapeixe.com.br</url>
<email>domi.valansi@copacabanadesign.com.br</email>
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<dc:subject>Noticias</dc:subject>
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Noite dos compositores no Humaitá Pra Peixe! A quarta noite do festival foi marcada com a poética e o shows históricos dos músicos, cantores, arranjadores (e etc!).
<![CDATA[<b>Mestre Jonas</b>
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-jonas-big.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

A diversão começou com a apresentação descontraída de Jonás Sá e sua big band - quatro metais, duas guitarras, baixo, bateria, violinos e cello – alguns deles com figurinos como “mafioso italiano” e “aposentado”, que remetiam em muito ao estilo do Brasov. Nada mais natural, já que o músico Ricardo Dias Gomes, baixista e parceiro na composição de arranjos, é ex-integrante da banda (que já tocou no palco do HPP em 2001).
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Com composições próprias que iam tranqüilamente do rock enérgico, passando por produções melódicas ou dançantes, até baladas românticas, loucuras e declarações de amor, Jonas desfilou as músicas de seu primeiro EP “Anormal”. Teve até beijo na boca, quando Lelê, namorada de Jonas, subiu ao palco e agarrou o músico – sendo ovacionada pela platéia!
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O ápice do show, porém, aconteceu quando Rubinho Jacobina, parceiro de Jonas na Orquestra Imperial, subiu ao palco e cantou o hit imediato “Dr. Sabe Tudo”. Super dançante, a música transformou a casa em um grande baile. 
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<strong>Um banquinho, um violão e muito som.</strong>
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<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-rodrigo-big.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

Em seguida, foi a vez de Rodrigo Maranhão, que pela primeira vez tocou em um show seu trabalho solo - sua “estréia mundial”, como bem definiu o produtor Bruno Levinson. E foi o biscoito fino da noite. Distante das altas temperaturas das apresentações do bloco Bangalafumenga, ele se concentrou na voz e violão, acompanhado apenas por Marcelo Gonçalves (impecável em seu violão de sete cordas) e os percussionistas Dudu Fuentes e André Moreno.
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Para que ninguém se assustasse, ele avisou logo de início que aquele era um show pra se ouvir sentado. O público entendeu o recado e se organizou no chão e nas arquibancadas da casa. Mesmo os maiores fãs dos clássicos dançantes de Maranhão como: “Rap do Real” e “Baile da Pesada” não se decepcionaram com a fase low profile do músico.
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O compositor lembrou agradecido, de todas as cantoras que interpretam suas letras – Maria Rita (que em 2005 gravou 3 músicas suas), Fernanda Abreu, Roberta Sá, Zélia Duncan, dentre outras. “É bom que as cantoras gravem nossas músicas, para que depois a gente possa voltar aqui para cantá-las. Espero só que vocês entendam que eu sou um compositor (e não um intérprete)”.
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Apesar de sentado, a empolgação do público não foi menor. Foi um dos raros momentos do festival em que todos ficaram em silêncio para ouvir a atração. E em belos sambas e bossas (e até uma “milonga carioca”) recheados de poesia desfilaram através de sons suaves que muitas vezes cresciam com a batida e explodiam em aplausos. Cuíca, tamborim e cavaquinho também tiveram espaço na apresentação.
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Muito aplaudido, Rodrigo Maranhão voltou ao palco para o bis, mas aí a galera já estava empolgada demais para assistir sentada. A última música foi com a platéia em pé, pedindo pra não parar, em mais um show memorável do HPP.]]>
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<title>Leleo e Céu, uma noite estrelar</title>
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<summary type="text/plain">Saiba como foi o show do Leleo e da Céu! Uma noite que parecia confusa terminou com estrelas no Céu. Confira aqui!...</summary>
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<name>Joca Vidal</name>
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Saiba como foi o show do Leleo e da Céu! Uma noite que parecia confusa terminou com estrelas no Céu. Confira aqui!
<![CDATA[<img alt="Foto de Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-ceu-big.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de Joca Vidal" />

O primeiro dia da segunda semana de shows do HPP foi marcado por um imprevisto que, se no começo preocupou a produção do festival, no final acabou aliviando a lavando a alma de todos, principalmente pelo grand finale imposto pelo excelente show da jovem cantora Céu.
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A fila no hall do Sérgio Porto, que se criou logo na abertura, indicava que alguma coisa não ia bem. As pessoas se perguntavam o por quê das portas não estarem abertas. Problemas com a mesa de som impossibilitaram a abertura no horário normal, mas o problema foi sanado á tempo de Leleo entrar no palco ás 20hrs. Antes disso acontecer, Bruno Levinson se desculpou com a platéia e informou que estas coisas acontecem (ainda mais num festival que existe há 12 anos!). 
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Leleo subiu ao palco se dizendo feliz por estar "tocando em casa". Ao lado de uma banda competente, ele mostrou o seu trabalho solo pela primeira vez para um público curioso e recheado de amigos do músico, como Paulinho Moska, Cacá e Isabel Diegues, Caetano e Moreno Veloso, Thalma de Freitas, Guta Stresser, entre outros. Muito á vontade e com personalidade, Leleo tocava o seu violão e mostrava músicas autorais com influência do melhor do sambalaço feito por Jorge Ben e Bebeto (como em "Quem Quiser, Tem"). Autor do hit chiclete "Solteiro no Rio de Janeiro", que foi consagrado pela voz de Toni Garrido (também presente), ele fez uma versão menos dançante e mais intimista, fazendo a platéia cantar junto. Jogando com a maturidade e a experiência, o cantor, músico e compositor estava apresentando seu terceiro trabalho, ao 37 anos, e não fez feio. 
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Depois de um curto intervalo surge no palco a cantora Céu, a atração mais esparada da noite. Um pouco nervosa no começo, ela se soltou logo depois da primeira música, "Nia". Impressionada com a reação do público ("É o primeiro show que faço em que as pessoas estão cantando as músicas"), Céu mostrou que já é madura e nasceu para isso, visto que sua presença de palco é singular - ela cantava, dançava, se ajoelhava e encantava o público com uma voz linda e sensual e com uma ótima banda formada por músicos que dominavam instrumentos como baixo e guitarra (tocados por uma pessoa só), teclados/samplers/efeitos, percussão, bateria e DJ. 
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Céu fez um dos shows históricos que marcaram estes 12 anos de HPP, principamente por agrupar originalmente elementos de MPB, downtempo, samba e bossa em suas músicas de forma bem original. Simpática e bonita, ela revezava canções de seu primeiro disco com clássicos nacionais ("Nanã", de Moacir Santos) e internacionais ("Concrete Jungle", de Bob Marley). A comoção transparecia no rosto tanto de técnicos de som, como em alguns membros da produção, passando pelo público que estava sentado na beira do palco, que exigiu o bis. Céu tem um futuro promissor na MPB e o show no Humaitá veio comprovar e sacramentar isso. Que ela voe cada vez mais alto.... ]]>
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<title>Entrevista especial com Wilson Cunha: HPP e Multishow!</title>
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<summary type="text/plain">Confira esse super bate papo que Joca Vidal levou com Wilson Cunha, diretor geral do Multishow. Numa conversa em que ele fala sobre a parceria HPP e o canal a cabo, além de outras coisas mais!...</summary>
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<name>Joca Vidal</name>
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<dc:subject>Noticias</dc:subject>
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Confira esse super bate papo que Joca Vidal levou com Wilson Cunha, diretor geral do Multishow. Numa conversa em que ele fala sobre a parceria HPP e o canal a cabo, além de outras coisas mais!
<![CDATA[Wilson Cunha está no comando do canal por assinatura Multishow desde 1993. Dono de um inegável talento, este jornalista e crítico de cinema levou o canal á popularidade, mesmo sendo pago. O investimento em cultura, a busca do público ideal e uma programação de qualidade conquistou os telespectadores cansados da mesmice de outros canais "jovens" que se fecharam em determinados temas. O Multishow sempre procura inovar e surpreender seu público. E agora, em 2006, a parceria com o HPP só comprova esta tese. Saiba um pouco mais desse casamento.
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<img alt="Foto de arquivo" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-wilson-big.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto de arquivo" />

<b>Humaitá Pra Peixe - Como será o especial do HPP/Multishow?</b>
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Wilson Cunha - Teremos quatro especiais que vão ao ar nas terças-feiras de fevereiro e procurarão dar uma visão geral das bandas que se apresentaram no HPP - fazendo, inclusive, um making of acompanhando a banda antes da apresentação e etc. A idéia é levar ao espectador toda a vibe do festival. 
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<b>HPP - Qual a importância dessa parceria com o HPP para o Multishow?</b>
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WC - O Multishow, dentro do universo da TV por assinatura, é o canal que tem o perfil mais jovem. Nosso foco está no universo dos 18 a 34 anos e, embora não seja um canal de música, esta é uma vertente importante para nossa programação. Por outro lado, temos um programa semanal - o “Zero Km” que vai ao ar às terças-feiras, às 18h 30m voltado para novas bandas - assim, esta parceria é simplesmente natural para o Multishow.
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<b>HPP - Qual o comprometimento do Multishow para com o público-alvo do HPP?</b>
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WC - Total.  Seja através da vertente musical - como a programação de clipes do TVz que vai ao ar diariamente das 19hs às 21h15m, com horário alternativo das 10h às 12h15m, entre outros - programas de humor (como Mad TV; Vida Loca Show; Só Rindo; Cilada; Na Hora do Intervalo) ou ainda nosso jornalismo de entretenimento - diariamente de segunda à sexta as 23h15m estamos sempre procurando falar com o público jovem. Não só em questão de faixa etária mas em uma ambição mais ampla, falar com todos os que sejam embalados pelo "espírito jovem". Esta é a nossa ambição, creio, compartilhada com o HPP.
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<b>HPP - O HPP está sendo realizado sem patrocínio este ano. Qual a sua opinião sobre esta retração de investimentos de empresas para eventos de médio porte como o HPP?</b>
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WC - A questão dos patrocínios nunca esteve tão atual - com os mega-eventos devorando as verbas existentes em espetáculos, nem sempre, de relevância artística/cultural, como, conceitualmente, deveriam ser aqueles que se beneficiem de verbas públicas. Definitivamente, há necessidade de se repensar a forma como são liberadas as verbas que utilizam renúncia fiscal. Afinal, não importa o viés com que se analise esta prática, estamos falando de dinheiro público. O que exige transparência na política de patrocínios. 
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<b>HPP - Você acompanha novas bandas? O que faz a sua cabeça musicalmente?</b>
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WC - Mesmo que não quisesse! (risos) Estando no Multishow neguinho tem que andar antenado. De Franz Ferdinand ao Bob Sinclair, de Pitty a Frejat, a nossa cabeça está aberta a todos os sons. 
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Um parêntese para contar uma história que eu acho emblemática: no final de novembro, agora em 2005, eu estava em Paris e a (revista) Cut francesa estava fazendo a maior passeata contra a privatização, em geral, na França. No Boulevard cheião, os manifestantes cantaram todos os hinos da esquerda possível - inclusive a internacional do partido comunista - durante horas. Mas sabe qual foi a música que, realmente, encerrou a manifestação? Em alto e todo volume, no carro de som, lá estava o Daddy Yankee e sua deliciosa “Gasolina”. Lá, também, todos querem a gasolina...
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<b>HPP – Pra finalizar, você já foi ao HPP?</b>
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WC - Confesso que já fui mais assíduo, tenho sido relapso nas últimas edições. É aquele negócio de se programar mas, na hora H, acabou não acontecendo... Mas este ano vou me recuperar...]]>
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<title>Ninguém é feito de açucar</title>
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<issued>2006-01-05T12:36:26Z</issued>
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<summary type="text/plain">A primeira semana do HPP termina com chuva e ótimos shows do Lasciva Lula e Carbona, confira o que Bruno Natal escreveu!...</summary>
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<name>Bruno Natal</name>

<email>bnatal@gmail.com</email>
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<dc:subject>Noticias</dc:subject>
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A primeira semana do HPP termina com chuva e ótimos shows do Lasciva Lula e Carbona, confira o que Bruno Natal escreveu!
<![CDATA[<a href="http://www.gardenal.org/urbe/" target="_blank"><img src="/_img/_sys/selo-noticiasurbe.gif" border="0"></a>

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<img alt="Foto Joca Vidal" src="http://www.humaitaprapeixe.com.br/2006/zinehpp/noticias/ilustra-lasciva-big.jpg" align="right" style="margin:0 0 10px 10px; border:1px solid #666666;" title="Foto Joca Vidal" />

Toda edição do Humaitá pra Peixe, pelo menos um dia é agraciado com um temporal, daqueles de alagar ruas, geralmente espantando parte do público e esfriando um pouco as apresentações. Pois bem, a profecia se cumpriu e quase tudo isso aconteceu ontem no Sergio Porto. Desabou uma água, ruas alagaram e muita gente deixou de ir aos shows do Lasciva Lula e do Carbona.
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Só uma coisa não aconteceu: com cerca de metade da lotação (imagina se não tivesse chovido),a platéia continuou quente e o HPP conseguiu atravessar o segundo dia, mesmo entre chuvas e trovoadas.
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Quando os cabo-frienses do Lasciva Lula abriram a noite, estava claro que bastante gente resolveu enfrentar a chuva para ouvir boa música. E o Lasciva Lula não decepcionou. O rock básico, tem pegada indie (eles são fãs do Pixies) e ao mesmo tempo pop (várias músicas tem potencial radiofônico), ainda assim sem muita firula. O diferencial são mesmo as quebras de andamento, as paradinhas e as melodias crescentes.
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O vocal gritado na medida (em alguns momentos lembrando Beto Bruno, do Cachorro Grande) e as boas letras do vocalista e guitarrista Felipe Schuery , somado as levadas contagiantes tocadas por Jamil Li Causi (baixo e voz), Guga Bruno (guitarra), Marcello Cals (bateria), garantiram a boa apresentação. Com 8 anos de estrada, a banda conta com um público fiel e barulhento, ajudando o Lasciva Lula a se sentir em casa.
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Depois de três EPs e sem repetir nenhuma fórmula, o Lasciva Lula se prepara para lançar seu primeiro disco cheio, com 12 músicas. Pra você ver, a banda nem tem disco e já tem um hit, "Casal de velhos".
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Os veteranos do Carbona tocaram em seguida. Com sete discos lançados e 250 shows nas costas, a banda é formada por verdadeiros operários do rock. São eles; Henrique Badke (guitarra e vocal), Melvin (baixo) e Pedro (bateria). Apenas o Melvin já tocou no Acabou la Tequila, Leela, Hill Valleys e sabe-se lá quantas outras bandas do underground carioca.
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O trio agitou o Sergio Porto com seu punk rock inspirado no Ramones pra um grupo de seguidores tão fiéis quanto os do Lasciva Lula até a direção da casa mandar parar, por conta do horário.
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Semana que vem tem mais, tomara que não chova. Mas se chover, deixe a preguiça de lado e não perca. Mesmo enxarcado, o HPP vale a pena. E você não é feito de açucar.]]>
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